VILA MAZZEI
A primeira Colônia Italiana da Zona Norte
Logo após a chegada dos primeiros
imigrantes Italianos ao Tucuruvi, a
famiglia dos Mazzei, fundam esta
comunidade de pequenas propriedades.
Localize-se no mapa ao lado, nas paralelas da Av. Mazzei, entre a Av Tucuruvi e a Rua
Manoel Gaya.
Vamos usar os instrumentos atuais para formatar nossa própria rede de informações, denunciando e projetando o futuro, com qualidade de vida e conforto ao circularmos por aqui.
EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
ivanov@arquitetoonline.com.br
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
TREM DA CANTAREIRA
ESTAÇÃO VILA MAZZEI-TUCURUVI
TRANWAY DA CANTAREIRA
Grande solução para o transporte público,
trazida no início do século XX, pelo eng°
inglês Willian Harding e desativada nos
anos 60.
Já com mais de 100 anos o bairro, que possue o metrô como o melhor equipamento
urbano, vem sofrendo com a falta de infraestrutura, que desencadeia transito e
desconforto para a população.
São Paulo 06 de novembro de 2013
EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
ivanov@arquitetoonline.com.br
TRANWAY DA CANTAREIRA
Grande solução para o transporte público,
trazida no início do século XX, pelo eng°
inglês Willian Harding e desativada nos
anos 60.
Já com mais de 100 anos o bairro, que possue o metrô como o melhor equipamento
urbano, vem sofrendo com a falta de infraestrutura, que desencadeia transito e
desconforto para a população.
São Paulo 06 de novembro de 2013
EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
ivanov@arquitetoonline.com.br
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
OPERAÇÕES URBANAS "ÁGUA BRANCA" - QUEM É QUEM ?
QUEM É QUEM NA ÁREA ?
"O Desenvolvimento não repousa mais na atividade industrial" disse " LE CORBUSIER" (arquiteto e urbanista francês), quando de sua vinda ao Brasil nos anos 70.
43 anos mais tarde, espaços vazios e atividades minguando na economia brasileira, aproveitam o momento para rediscutir a Política Urbana dos novos interesses econômicos.
Se colocarmos uma ordem para o cronograma de implantação, em primeiro lugar estará a INFRAESTRUTURA; depois a consignação de verbas e orçamentos para em seguida a elaboração de metas para a construção e ou obras de requalificação do tecido urbano.
Mas na Câmara Municipal de São Paulo a ordem aconteceu exatamente ao contrário. A determinação das áreas, o aumento dos impostos e ficando a cargo da iniciativa privada a execução sem o planejamento público, ou sem as respectivas audiências de concordância da sociedade.
Os mesmos representantes que votaram a favor do PROJETO ÁGUA BRANCA, agora polemizam o aumento do IPTU, esta é a teatralização eleitoreira na contra-mão das aprovações recentes desta mesma bancada.
A venda do solo urbano e a venda para além da capacidade de adensamento estabelecida no PLANO DIRETOR, exigirá reforço no orçamento público para esta região no futuro; assim sendo, os gastos e imprevistos, desencaminharão os investimentos de outras políticas públicas essenciais a qualidade de vida do cidadão da periferia.
EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
São Paulo, 09 de outubro de 2013
fone 11- 9 - 8949-4689
"O Desenvolvimento não repousa mais na atividade industrial" disse " LE CORBUSIER" (arquiteto e urbanista francês), quando de sua vinda ao Brasil nos anos 70.
43 anos mais tarde, espaços vazios e atividades minguando na economia brasileira, aproveitam o momento para rediscutir a Política Urbana dos novos interesses econômicos.
Se colocarmos uma ordem para o cronograma de implantação, em primeiro lugar estará a INFRAESTRUTURA; depois a consignação de verbas e orçamentos para em seguida a elaboração de metas para a construção e ou obras de requalificação do tecido urbano.
Mas na Câmara Municipal de São Paulo a ordem aconteceu exatamente ao contrário. A determinação das áreas, o aumento dos impostos e ficando a cargo da iniciativa privada a execução sem o planejamento público, ou sem as respectivas audiências de concordância da sociedade.
Os mesmos representantes que votaram a favor do PROJETO ÁGUA BRANCA, agora polemizam o aumento do IPTU, esta é a teatralização eleitoreira na contra-mão das aprovações recentes desta mesma bancada.
A venda do solo urbano e a venda para além da capacidade de adensamento estabelecida no PLANO DIRETOR, exigirá reforço no orçamento público para esta região no futuro; assim sendo, os gastos e imprevistos, desencaminharão os investimentos de outras políticas públicas essenciais a qualidade de vida do cidadão da periferia.
EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
São Paulo, 09 de outubro de 2013
fone 11- 9 - 8949-4689
OPERAÇÕES URBANAS - HISTÓRICO
OPERAÇÕES URBANAS
Durante a década de 80, são traçadas as OPERAÇÕES DE COMPENSAÇÃO, ou seja operação "ROBIN WOOD INVERTIDA".
Projetos mapeavam as áreas de interesses econômicos, e permutas seriam aceitas para os acordos de ocupação de áreas mesmo em desacordo com o PLANO DIRETOR.
A princípio a circunscrição Jardins, Morumbi e Ibirapuera, continham os atrativos necessários à especulação da época, bom poder aquisitivo, bons equipamentos urbanos e proprietários em comum acordo, discutiam a moeda de troca com o setor econômico. No final dos anos 80 e início de 90, na adm Erundina, alguns passos foram dados na direção do Morumbí, quando alguns dos projetos de PAULO MALUF, interrompidos anteriormente pelo então Prefeito Janio Quadros, voltam a serem discutidos como a NOVA FARIA LIMA, e a ligação por baixo do RIO TIETÊ com o Morumbi, melhoramentos para AV. LUIZ CARLOS BERRINI, e o Corredor FARIA LIMA. Algumas ações como a OUTORGA ONEROSA, davam o direito de se construir acima do limite estabelecido pelo zoneamento, mas dependia do estoque de área, bem como decretos e outros dispositivos.
Hoje a OPERAÇÃO ÁGUA BRANCA, vem delinear mais um trecho do projeto, por incrível coincidência, estão envolvidos; Câmara Municipal e Empreendedores das discussões passadas.
Estas ações de Governo que privilegiam os interesses atuais, esqueceram do CENTRO HISTÓRICO DE SÃO PAULO, o ponto mais importante do qual depende o sucesso de todo e qualquer empreendimento urbano, seja na capital, na periferia com o RODOANEL, ou na REGIÃO METROPOLITANA.
O círculos que circunscrevem as cidades datam do período medieval, constituídos de muralhas físicas, geográficas ou até invisíveis, objetivam proteger as castas ligadas ao poder central. Alguns modelos como o PLANO DE PARIS, adotados no Brasil, a exemplo está CURITIBA, nada diferente de São Paulo, hoje cercada por assentamentos expontâneos, invasões e exclusões de toda a sorte.
A construção da muralha circunscrevente do privilégio da boa infraentrutura, no futuro não apenas evidenciará a segregação urbana periférica, mas condenará o centro, sob pena de invasões e conflitos sociais de toda ordem.
A grande relevãncia é que São Paulo extrapolou todos os limites de crescimento desordenado e que as reuniões paralelas aos interesses sociais deverão sessar de um vez por todas, voltando a projetos reais de infraestrutura e oportunidades.
EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
ivanov@arquitetoonline.com.br
Durante a década de 80, são traçadas as OPERAÇÕES DE COMPENSAÇÃO, ou seja operação "ROBIN WOOD INVERTIDA".
Projetos mapeavam as áreas de interesses econômicos, e permutas seriam aceitas para os acordos de ocupação de áreas mesmo em desacordo com o PLANO DIRETOR.
A princípio a circunscrição Jardins, Morumbi e Ibirapuera, continham os atrativos necessários à especulação da época, bom poder aquisitivo, bons equipamentos urbanos e proprietários em comum acordo, discutiam a moeda de troca com o setor econômico. No final dos anos 80 e início de 90, na adm Erundina, alguns passos foram dados na direção do Morumbí, quando alguns dos projetos de PAULO MALUF, interrompidos anteriormente pelo então Prefeito Janio Quadros, voltam a serem discutidos como a NOVA FARIA LIMA, e a ligação por baixo do RIO TIETÊ com o Morumbi, melhoramentos para AV. LUIZ CARLOS BERRINI, e o Corredor FARIA LIMA. Algumas ações como a OUTORGA ONEROSA, davam o direito de se construir acima do limite estabelecido pelo zoneamento, mas dependia do estoque de área, bem como decretos e outros dispositivos.
Hoje a OPERAÇÃO ÁGUA BRANCA, vem delinear mais um trecho do projeto, por incrível coincidência, estão envolvidos; Câmara Municipal e Empreendedores das discussões passadas.
Estas ações de Governo que privilegiam os interesses atuais, esqueceram do CENTRO HISTÓRICO DE SÃO PAULO, o ponto mais importante do qual depende o sucesso de todo e qualquer empreendimento urbano, seja na capital, na periferia com o RODOANEL, ou na REGIÃO METROPOLITANA.
O círculos que circunscrevem as cidades datam do período medieval, constituídos de muralhas físicas, geográficas ou até invisíveis, objetivam proteger as castas ligadas ao poder central. Alguns modelos como o PLANO DE PARIS, adotados no Brasil, a exemplo está CURITIBA, nada diferente de São Paulo, hoje cercada por assentamentos expontâneos, invasões e exclusões de toda a sorte.
A construção da muralha circunscrevente do privilégio da boa infraentrutura, no futuro não apenas evidenciará a segregação urbana periférica, mas condenará o centro, sob pena de invasões e conflitos sociais de toda ordem.
A grande relevãncia é que São Paulo extrapolou todos os limites de crescimento desordenado e que as reuniões paralelas aos interesses sociais deverão sessar de um vez por todas, voltando a projetos reais de infraestrutura e oportunidades.
EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
ivanov@arquitetoonline.com.br
OPERAÇÕES URBANAS - ÁGUA BRANCA E MUITA SUJEIRA
OPERAÇÕES URBANAS
GRANDE NEGÓCIO IMOBILIÁRIO
Mais uma vez foi fechado um grande negócio, motivo de comemoração para todos os envolvidos na OPERAÇÃO URBANA "ÁGUA BRANCA", e o que não foi dito e nunca será entendido é que lá na frente, dentre as próximas negociatas preparadas pela Câmara, será evidenciada a circunscrição protetora de uma faixa privilegiada, tudo que não foi prometido pelo Partido Político na administração.
Jornalistas não tem mais a palavra nem tão pouco a denúncia, uma vez que patrocinadores dirigem a matéria. Grandes áreas da cidade, na mão de mini-fundiários, investidores e empreendedores, discutidas por representantes sociais e finalizadas em comemorações com champagne francesa, durante este período de conchavos, usos, ocupações e elevação dos índices de aproveitamento do solo; o VELHO CENTRO HISTÓRICO DE SÃO PAULO, mais uma vez ficará para depois; pois os proximos orçamentos serão consignados e canalisados para os desencadeamentos destas operações imobiliárias.
A densidade projetada para esta operação elevará para 60 pessoas por metro quadrado na Região da ÀGUA BRANCA, perfazendo uma barreira intransponível para quem da periferia acessa o centro.
Nas administrações MALUF, as tentativas de excentricidade da economia de São Paulo, levaram o adensamento para o Morumbí, para Pinheiros e agora para a Z.O., terrenos das empresas Maluf e Matarazzo, receberam durante anos a infra estrutura paga pelo munícipe da periferia, que agora são traídos pela POLÍTICA URBANA, desleal e preponderante.
As futuras barreiras propostas pelo Arquiteto BONDUKI e vereador, aliciam a periferia para o voto útil, mas entregam a o filé da cidade para o PODER ECONÔMICO, com o objetivo de circunscrever a ILHA PROTETORA, dotada de tudo que é bom.
O anúncio inicial da venda em torno de 300 mil metros quadrados, com um jeitinho no zoneamento, elevará para 450 mil metros quadrados as atuais operações urbanas, o que significará um montante de 4,5 bi a ser administrado pelo setor financeiro.
Por aí podemos refletir sobre a OPERAÇÃO ÁGUA BRANCA, que de branca mesmo só o papel onde serão lavrados os acordos, e a sujeira mais uma vez irá para baixo do tapete.
EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
ivanov@arquitetoonline.com.br
GRANDE NEGÓCIO IMOBILIÁRIO
Mais uma vez foi fechado um grande negócio, motivo de comemoração para todos os envolvidos na OPERAÇÃO URBANA "ÁGUA BRANCA", e o que não foi dito e nunca será entendido é que lá na frente, dentre as próximas negociatas preparadas pela Câmara, será evidenciada a circunscrição protetora de uma faixa privilegiada, tudo que não foi prometido pelo Partido Político na administração.
Jornalistas não tem mais a palavra nem tão pouco a denúncia, uma vez que patrocinadores dirigem a matéria. Grandes áreas da cidade, na mão de mini-fundiários, investidores e empreendedores, discutidas por representantes sociais e finalizadas em comemorações com champagne francesa, durante este período de conchavos, usos, ocupações e elevação dos índices de aproveitamento do solo; o VELHO CENTRO HISTÓRICO DE SÃO PAULO, mais uma vez ficará para depois; pois os proximos orçamentos serão consignados e canalisados para os desencadeamentos destas operações imobiliárias.
A densidade projetada para esta operação elevará para 60 pessoas por metro quadrado na Região da ÀGUA BRANCA, perfazendo uma barreira intransponível para quem da periferia acessa o centro.
Nas administrações MALUF, as tentativas de excentricidade da economia de São Paulo, levaram o adensamento para o Morumbí, para Pinheiros e agora para a Z.O., terrenos das empresas Maluf e Matarazzo, receberam durante anos a infra estrutura paga pelo munícipe da periferia, que agora são traídos pela POLÍTICA URBANA, desleal e preponderante.
As futuras barreiras propostas pelo Arquiteto BONDUKI e vereador, aliciam a periferia para o voto útil, mas entregam a o filé da cidade para o PODER ECONÔMICO, com o objetivo de circunscrever a ILHA PROTETORA, dotada de tudo que é bom.
O anúncio inicial da venda em torno de 300 mil metros quadrados, com um jeitinho no zoneamento, elevará para 450 mil metros quadrados as atuais operações urbanas, o que significará um montante de 4,5 bi a ser administrado pelo setor financeiro.
Por aí podemos refletir sobre a OPERAÇÃO ÁGUA BRANCA, que de branca mesmo só o papel onde serão lavrados os acordos, e a sujeira mais uma vez irá para baixo do tapete.
EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
ivanov@arquitetoonline.com.br
terça-feira, 24 de setembro de 2013
TUCURUVI-SP - ANALISE EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
BAIRRO DO TUCURUVI-SP
Autor: EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
Autor: EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
ANALISE
ECONÔMICA DO TRECHO
Amostragem das ruas analisadas: Aragão, Claudino Inácio, Ausônia,
Cônego Ladeira, Enótria, Pe Leão Peruche, Purus, São Nestor
Amostragem das ruas analisadas: Aragão, Claudino Inácio, Ausônia,
Cônego Ladeira, Enótria, Pe Leão Peruche, Purus, São Nestor
RESUMO
GERAL
DOMICILIOS = 800
HABITANTES : 3.200
ÁREA MÉDIA DE CONSTRUÇÃO POR DOMICILIO = 100 M2
OCUPAÇÃO POR HABITANTE = 50 M2
ARRECADAÇÃO ANUAL COM CTA ENERGIA = R$ 1.800.000,00
CONSUMO MEDIO DE ENERGIA ELETRICA X DOMICILIO = 250 KWh
ARRECADAÇÃO ANUAL COM CTA AGUA E ESGOTO = R$ 900.000,00
ARRECADAÇÃO CTAS COMUNICAÇÕES = R$ 1.950.000,00
IPTU ARRECADADO = R$ 1.000.000,00
DOMICILIOS = 800
HABITANTES : 3.200
ÁREA MÉDIA DE CONSTRUÇÃO POR DOMICILIO = 100 M2
OCUPAÇÃO POR HABITANTE = 50 M2
ARRECADAÇÃO ANUAL COM CTA ENERGIA = R$ 1.800.000,00
CONSUMO MEDIO DE ENERGIA ELETRICA X DOMICILIO = 250 KWh
ARRECADAÇÃO ANUAL COM CTA AGUA E ESGOTO = R$ 900.000,00
ARRECADAÇÃO CTAS COMUNICAÇÕES = R$ 1.950.000,00
IPTU ARRECADADO = R$ 1.000.000,00
IPVA
= R$ 16.000.000,00
ISS = R$ 1.600.000,00
ICMS = R$ 1.900.000,00
TOTAL DA ARREDAÇÃO COM TAXAS E IMPOSTOS = R$ 25.150.000,00
ARRECADAÇÃO MÉDIA MENSAL POR DOMIC = R$ 2.500,00
ISS = R$ 1.600.000,00
ICMS = R$ 1.900.000,00
TOTAL DA ARREDAÇÃO COM TAXAS E IMPOSTOS = R$ 25.150.000,00
ARRECADAÇÃO MÉDIA MENSAL POR DOMIC = R$ 2.500,00
Rua
Aragão, Tucuruvi – SP / Análise matemática do tecido urbano
Qualificação, usos, densidade / Trecho analisado – R.Curupité até R. São Nestor
1ª quadra – entre R.Curupité e R.Conego Ladeira
40
residencias unifamiliares média 4 hab / média por construção = 150 m2
01 Est Ensino, 200 alunos – 2 mil m2
03 Serviços – média 100 m2
01 Est Ensino, 200 alunos – 2 mil m2
03 Serviços – média 100 m2
Circulação
de autos média = 120 / h
2ª quadra – entre R.Conego Ladeira e R.Enotria
18
residencia unif. / media 4 hab / media 200 m2 por construção
01 Est. Ensino – 20 alunos / 200 m2
01 Comercio – 100 m2
01 Est. Ensino – 20 alunos / 200 m2
01 Comercio – 100 m2
Circul.
De veículos particulares = 150 / h
circulação de veículos coletivos ou carga = 12 / h
circulação de veículos coletivos ou carga = 12 / h
3ª quadra – entre Enotria e Pe Leao Peruche
19 residencia unif. / media 5 hab / media 170 m2 por construção
01 Est. Religioso – 30 hab / 200 m2
Circul. De veículos particulares = 150 / h
circulação de veículos coletivos ou carga = 12 / h
19 residencia unif. / media 5 hab / media 170 m2 por construção
01 Est. Religioso – 30 hab / 200 m2
Circul. De veículos particulares = 150 / h
circulação de veículos coletivos ou carga = 12 / h
4ª quadra – entre Pe Leao Peruche
e Purus
56 residencia unif. / media 4 hab / media 120 m2 por construção
01 Est. serviços – 100 m2
Circul. De veículos particulares = 150 / h
circulação de veículos coletivos ou carga = 12 / h
56 residencia unif. / media 4 hab / media 120 m2 por construção
01 Est. serviços – 100 m2
Circul. De veículos particulares = 150 / h
circulação de veículos coletivos ou carga = 12 / h
5ª quadra – entre Purus e R.S.Nestor
21 residencia unif. / media 4 hab / media 120 m2 por construção
03 Est. serviços – 100 m2
1 comercio alimentos
Circul. De veículos particulares = 150 / h
circulação de veículos coletivos ou carga = 12 / h
21 residencia unif. / media 4 hab / media 120 m2 por construção
03 Est. serviços – 100 m2
1 comercio alimentos
Circul. De veículos particulares = 150 / h
circulação de veículos coletivos ou carga = 12 / h
TOTAIS VERIFICADOS
Residencias
= 154 unid - 693 hab
7 Est.Comerciais / 1 est. Religoso / 2 escolas
7 Est.Comerciais / 1 est. Religoso / 2 escolas
1
Condom. Vertical
Area
total construída = 25.470,00 m2
600 ml de arruamento
Não existem áreas de lazer ou praças
Média de veículos hora = 135 um
Ruídos – Cone de aproximação de Cumbica – 1 aeronave / min no pico
Area total das quadras 48 mil m2
Tx de ocupação 50%
1 hab / 35,5 m2 construído
área verde desejável = 8.400 m2
600 ml de arruamento
Não existem áreas de lazer ou praças
Média de veículos hora = 135 um
Ruídos – Cone de aproximação de Cumbica – 1 aeronave / min no pico
Area total das quadras 48 mil m2
Tx de ocupação 50%
1 hab / 35,5 m2 construído
área verde desejável = 8.400 m2
EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
ivanov@arquitetoonline.com.br
São Paulo 28 de maio de 2012
ivanov@arquitetoonline.com.br
São Paulo 28 de maio de 2012
PLANO DIRETOR DE SÃO PAULO - EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
PLANO DIRETOR DE SÃO PAULO
Autor do Texto: EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
TÍTULO: A CIDADE COMO UMA PIZZA
Autor do Texto: EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
TÍTULO: A CIDADE COMO UMA PIZZA
CIDADE VIRTUAL - DISNEYLAND A voracidade com que o usuário do centro ataca o tecido
urbano, vem corroendo a qualidade da Cidade Real e banalizando o consumo dos
espaços públicos. Alterações urbanas levaram o centro histórico de cidades
modernas a desenvolverem atividades diversificadas, jogando a cidadania para
segundo plano. Jamais poderemos deixar de entender a qualidade de vida,
buscando-a incansavelmente, e cobrando da administração pública e de todo o
setor produtivo a preservação do meio ambiente urbano.
METRÓPOLES
Em 2.025: Haverá 26 metrópoles com mais de 10 milhões de
habitantes 4 delas estarão localizadas no hemisfério norte, Ou seja, no 1º Mundo (Mundo desenvolvido)
22 estarão no hemisfério Sul
MEGACIDADES
São Paulo – Será uma das MEGACITIES, mas não será uma cidade
Global, por não representar influência na produção internacional, portanto será
de Segunda categoria, por apresentar problemas graves e de grandes proporções.
Matemática urbana
A CIDADE COMO UMA PIZZA
Para se entender o planejamento de uma superfície, é
fundamental o critério de distribuição da terra e dos benefícios urbanos.
Podemos dizer que os serviços públicos ainda privilegiam os
ditos setores produtivos, cuja arrecadação vem caindo ao longo dos anos no
ranking da receita dos municípios.
A conscientização ambiental avança no direito à cidade e ao
acesso à terra, de forma democrática e participativa, reinventando a parcela
justa de terra para cada cidadão.
Quinhão, Sesmarias, Capitanias Hereditárias, Parcelamentos,
lotes, Cidades e quadras, foram sempre fórmulas adotadas para a distribuição do
solo, das funções sociais e produtivas destinadas a sociedade.
PLANEJAMENTO E PIZZA
Como dividir a pizza e distribuir os percentuais, com
parcimonialidade e justiça?
Poderemos começar por parcelar a superfície na ordem de
importâncias, sociais, produtivas, ambientais, institucionais e culturais, o
objetivo principal será sempre a coletividade e a qualidade de vida. Atribuir
percentuais às funções já estabelecidas será uma tarefa delicada, mas não
impossível.
Se pensarmos a cidade como uma PIZZA, poderemos começar
a parti-la em igualdade, avaliando a distribuição dos pedaços conforme a
atribuição de cada função. Deveremos refletir que por muitos anos o Poder
Produtivo, vem ditando as regras na hora de partilhar a pizza, onde a sociedade
acaba sempre por disputar as migalhas que sobram. Em havendo predisposição de
todos os seguimentos, principalmente dos administradores e dos agentes
negociadores da terra, poderemos parcelar a superfície de forma democrática e
respeitosa para com o meio ambiente; assim distribuídos:
RESIDENCIAL - 45 %
-
Poderemos admitir que o proprietário original da terra
será sempre o homem enquanto morador e usuário da superfície; e que a este
pertence todo o direito de ir e vir, quando bem entender. Poderemos ainda
agregar algumas funções peculiares de preservação ambiental, como garantia de
vida para a espécie, como a solução para os resíduos gerados na sociedade e por
fim como uma distribuição democrática e irrestrita socialmente. Se
estabelecermos que 50 % da superfície será reservada para a função morar,
ficará mais fácil a distribuição dos outros pedaços. Lembrando que a vocação de cada município deve ser considerada e a tendência da ocupação maciça das grandes capitais as proporções deverão ser resguardadas e computadas.
REPARTINDO A GRANDE
PIZZA
RESIDENCIAL................................................. 45 %
LIXO NÃO INDUSTRIAL...............................
5 %
INDÚSTRIA.................................................... 10 %
COMÉRCIO E SERVIÇOS.............................. 10 %
LAZER CULTURAL E TURISMO..................... 5 %
INSTITUCIONAL............................................
5 %
PRESERVAÇÃO AMBIENTAL, .............. 20 %
EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
São Paulo, 13 de dezembro de 2012
ivanov@arquitetoonline.com.br
EDISON IVANOV arquiteto e urbanista
São Paulo, 13 de dezembro de 2012
ivanov@arquitetoonline.com.br
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